Nos últimos anos, sempre me perguntei até que ponto a inteligência artificial teria espaço real dentro das empresas, principalmente nas de médio porte. Em 2026, esse questionamento volta com força total, à medida que a tecnologia se torna cada vez mais acessível, impactando desde a maneira como conversamos com clientes, até decisões estratégicas do negócio. Mas será que esse é o momento certo para aprofundar investimentos nessa área?
O cenário atual do investimento em IA no Brasil
A paisagem mudou muito rápido. Quando olho os dados do IBGE, vejo que a adoção da inteligência artificial pelas empresas industriais brasileiras saltou de 16,9% para surpreendentes 41,9% entre 2022 e 2024. Isso não é pouca coisa. Fica claro que a IA deixou de ser “algo do futuro” e passou a integrar decisões de hoje dentro das organizações.
Além disso, outra reportagem do setor mostrou que 78% das empresas brasileiras pretendem aumentar os investimentos em IA até o final de 2025. Mais da metade dessas organizações já enxerga retorno financeiro expressivo.
Por experiência, notei a mesma tendência tanto com empresas pequenas que buscam automação em atendimento, quanto com médias que desejam ampliar vendas de forma inteligente. O momento é de ação, mas requer olhar estratégico e critério na escolha de soluções.

Como funciona o investimento em inteligência artificial em 2026?
Quando falo sobre investir em IA, percebo que muitos pensam logo em ações de grandes empresas de tecnologia. Essa é uma das alternativas, mas apenas uma entre várias formas disponíveis. Em 2026, o cenário se divide basicamente em três caminhos:
- Investimento direto em companhias do setor – aquisição de ações de empresas que desenvolvem IA, para quem busca retorno financeiro baseado no crescimento desse mercado específico.
- Fundos especializados ou ETFs – aplicação em fundos que reúnem várias empresas inovadoras, o que diversifica o risco e acompanha o desempenho do setor.
- Implantação de soluções de IA no próprio negócio – integração no cotidiano empresarial, visando ganhos operacionais e estratégicos.
No meu dia a dia, vejo que muitas médias empresas, como as atendidas pela Posicionamento Digital, optam pela terceira opção. Elas buscam retorno prático, não apenas financeiro, ao transformar processos internos com inteligência artificial.
Não basta investir em tecnologia, é preciso fazer a escolha que realmente gera impacto comercial.
Aplicações práticas da IA: exemplos nos setores de atendimento, vendas, marketing e operações
O que mais me impressiona como consultor na área é ver exemplos práticos no cotidiano das empresas. Alguns casos são marcantes:
- Atendimento automatizado – chatbots conectados ao WhatsApp respondem dúvidas em segundos, encaminham solicitações e até resolvem tickets sem interação humana.
- Marketing personalizado – automações segmentam audiências, disparam campanhas sob medida e analisam o engajamento em redes como Instagram, ajudando a identificar tendências e preferências do público.
- Vendas inteligentes – com ferramentas de IA, o CRM reconhece padrões de comportamento e sugere quais leads priorizar, como mostrei em um artigo detalhado sobre lead scoring.
- Operações e financeiro – integração de sistemas de cobrança que identificam contas a receber com risco de inadimplência e sugerem abordagens personalizadas.
Em todas essas frentes, a proposta da Posicionamento Digital é clara: ajudar empresas a extrair valor dessas aplicações sem forçar mudanças drásticas nos processos, integrando as novidades aos sistemas já existentes.
Benefícios observados: aceleração e precisão nas decisões
Pela experiência, percebi que um dos maiores ganhos é a rapidez. A IA reduz trabalhos manuais, diminui erros e dá mais confiabilidade aos dados analisados. Isso impacta todo o ciclo de gestão.
- Respostas instantâneas para o cliente
- Recomendações de vendas baseadas em dados reais
- Automação da rotina financeira e diminuição das inadimplências
Além do ganho de tempo, notei o fortalecimento da segurança nas decisões. Com informações consolidadas e análises preditivas, a empresa deixa de agir apenas pelo “feeling” e passa a atuar de forma baseada em evidências.
A cada dupla de relatórios gerados por IA, o poder de decisão do gestor cresce exponencialmente.
Riscos e desafios do movimento: o que considerar antes de apostar em IA?
Nem tudo é simples. Ao conversar com gestores, percebo preocupações clássicas: risco de investir antes do tempo, desafios de integração com sistemas antigos e temor de paralisar processos em caso de erro.
Um dos maiores riscos é a volatilidade do próprio mercado de tecnologia. Soluções mudam rapidamente, novas tendências surgem e, em certas situações, um investimento pode não trazer o retorno pensado.
- Custos de implantação: a compra da solução ou contratação da consultoria tende a exigir investimento inicial relevante.
- Tempo de adaptação: as equipes precisam de treinamento e, em alguns casos, resistem à mudança.
- Segurança e privacidade: lidar com dados requer proteção adequada para evitar vazamentos ou incidentes.
- Excesso de expectativa: achar que IA resolve todos os problemas instantaneamente pode gerar frustração.
Já testemunhei empresas que migraram para soluções com IA sem um diagnóstico sólido – após meses, resultados decepcionantes. Por isso, faço questão de recomendar análises prévias criteriosas e o acompanhamento de especialistas, evitando cair em promessas vazias.
Como médias empresas podem adotar IA de maneira simples
Uma dúvida frequente nas consultorias da Posicionamento Digital é: “Preciso mudar tudo na minha empresa para ter IA?” A verdade é não. Médias empresas podem investir em inteligência artificial a partir do que já possuem, integrando ferramentas conhecidas como WhatsApp, Instagram e o próprio CRM.
- Chatbots plug-and-play para atendimento automático nas redes
- Automação de campanhas personalizadas sem alteração do sistema ERP
- Painéis de vendas que importam dados do CRM já usado pela equipe
- Ferramentas de cobrança integradas ao canal financeiro tradicional
Vi muitos projetos darem certo porque não exigiram mudanças radicais, apenas adaptações pontuais. A categoria inteligência artificial do nosso blog mostra diversos exemplos práticos.
Soluções integradas: como escolher e quais setores se destacam
Ao investir em IA, percebo que a escolha nunca deve ser tomada com base em moda ou pressão do mercado. Avaliar setores que melhor aproveitam a tecnologia é o primeiro passo:
- Saúde: análise preditiva para laudos e diagnósticos
- Varejo: personalização de ofertas e análise de comportamento de compra
- Educação: plataformas adaptativas e gestão automatizada
- Indústria: manutenção preditiva e controle de estoque
- Serviços: automação de atendimento, cobrança e RH
Na prática, aquelas áreas em que há muitos dados e tarefas repetitivas são as que mais se beneficiam do uso de IA. No entanto, a integração cuidadosa ao sistema existente é indispensável para não travar a operação nem frustrar a equipe.

Por já ter acompanhado vários projetos de dentro, recomendo priorizar ferramentas que:
- Oferecem suporte técnico claro
- Permitem testes e ajustes antes da implementação total
- Fornecem métricas objetivas de resultado
A categoria de inteligência artificial em nosso blog traz detalhes de soluções implantadas com sucesso nessa linha.
Tendências para 2026: o que observar e quais estratégias adotar?
Ano após ano, a inteligência artificial amplia seus horizontes. Em 2026, algumas tendências se destacam:
- Automação conectada: ferramentas que cruzam dados de múltiplos canais e plataformas, potencializando integrações entre áreas de vendas, marketing e financeiro.
- Análise preditiva expandida: uso ampliado de dados para antecipar comportamento de clientes e identificar novas oportunidades antes do concorrente.
- Soluções low code/no code: possibilidade de customizar automações mesmo sem conhecimento técnico avançado, facilitando o acesso de médias empresas.
- Foco em experiência do usuário: IA apoiando a personalização real do contato com clientes e aprimorando o suporte pós-venda.
- Integração com voz e multicanalidade: centrais de atendimento com assistentes de voz inteligentes distribuindo tarefas entre canais digitais e humanos.
Outro aspecto relevante para 2026 é a chegada de IA generativa a setores como marketing, educação e até jurídico. Essas ferramentas estão mudando a rotina de quem cria conteúdo, elabora contratos ou analisa padrões jurídicos. No portal tendências e futuro dos negócios, alguns desses temas são discutidos em profundidade.
Estar atento às tendências é parte da estratégia de quem busca crescer com sustentabilidade.
A integração entre IA e as ferramentas do cotidiano tende a intensificar ainda mais a automação inteligente, e as empresas que entenderem isso primeiro estarão alguns passos à frente.
Como decidir se faz sentido investir em IA para o seu negócio?
Chegando até aqui, muitos gestores ainda hesitam. A pergunta continua: realmente vale investir em soluções inteligentes neste momento? Para mim, algumas respostas dependem do contexto:
- Seu negócio já tem dados estruturados? IA só faz sentido se houver informações digitais de qualidade para alimentar os sistemas.
- A empresa está disposta a analisar seu fluxo atual e abrir espaço para adaptações estratégicas?
- Há abertura para mudar pequenas rotinas em nome de retorno consistente no médio prazo?
Se a resposta é positiva para esse conjunto, você provavelmente está pronto. Caso contrário, é preferível amadurecer a cultura analítica antes de embarcar nessa jornada.
Na categoria sobre futuro dos negócios do nosso blog, compartilho insights para transformar dúvidas em caminhos sólidos de crescimento.
Conclusão
Investir em inteligência artificial em 2026 é uma escolha relevante para quem busca acelerar resultados, aumentar a assertividade das equipes e cultivar vantagem competitiva. Os riscos existem e devem ser considerados, mas os benefícios se consolidam para quem adota soluções integradas ao seu contexto, de modo estratégico e gradual.
Se você tem interesse em ganhar tempo, escalonar sua operação e ampliar vendas sem grandes mudanças no que já funciona, talvez seja a hora de investir em automação inteligente com suporte especializado. Conheça como a Posicionamento Digital pode contribuir com seu crescimento. Entre em contato comigo e entenda como dar o próximo passo com segurança, clareza e visão de futuro.
Quer aprofundar seus conhecimentos? Descubra mais na nossa curadoria sobre inteligência artificial e sobre tendências e futuro dos negócios.
Perguntas frequentes
O que é inteligência artificial no investimento?
Inteligência artificial no investimento significa aplicar algoritmos avançados para analisar grandes volumes de dados, identificar padrões e sugerir ações estratégicas. Pode ser tanto investir em empresas do setor quanto incluir IA no seu próprio negócio para automatizar, prever resultados e apoiar decisões mais seguras.
Vale a pena investir em IA em 2026?
Muitos estudos apontam que o investimento em IA tende a trazer benefícios, como aceleração de processos, aprimoramento no atendimento e resultados mais consistentes. Em 2026, a tecnologia está mais acessível e menos arriscada para empresas que planejam, analisam o seu contexto e buscam integração real com seus sistemas.
Quais os riscos de investir em IA?
Os principais riscos envolvem instabilidade do setor de tecnologia, custos iniciais relevantes e necessidade de adaptação das equipes. Além disso, a falta de diagnóstico adequado pode gerar expectativas irreais. Recomendo sempre avaliar a maturidade digital antes de tomar decisão.
Como começar a investir em inteligência artificial?
O ideal é começar mapeando áreas do negócio com tarefas manuais e repetitivas. Em seguida, pesquisar soluções que se integrem aos sistemas já utilizados, como WhatsApp, Instagram ou CRM. Consultorias como a Posicionamento Digital podem ajudar nesse diagnóstico e sugerir automações sob medida para cada realidade.
Quais áreas da IA são mais promissoras?
Hoje, áreas como atendimento automatizado, análise preditiva em vendas, marketing digital personalizado e automação financeira estão entre as mais valorizadas. Também ganham destaque inteligência artificial voltada para o setor industrial, saúde e educação, sempre que há muitos dados e processos rotineiros a serem aprimorados.