Aprender com agilidade não é sobre decorar receitas prontas ou aceitar fórmulas mágicas. É sobre agir, modelar padrões, enxergar o que realmente importa e construir domínio prático a ponto de ensinar. No contexto do Posicionamento Digital, usamos uma abordagem de aprendizado acelerado que vai além da evolução técnica. Ela amplia o nosso potencial de criar, adaptar e crescer.
O objetivo do método: do zero ao domínio ensinável
O Método Felipe Luis Salgueiro foi criado para acelerar o domínio de qualquer habilidade, unindo ação prática profunda e lógica estruturada para transformar todo aprendizado em algo transferível. No nosso dia a dia, aplicamos essa mentalidade para que tanto os consultores quanto os clientes possam expandir suas competências sem ficarem presos a dependências externas ou limitações artificiais.
Acreditamos que a verdadeira autonomia nasce quando conseguimos ensinar aquilo que aprendemos, tornando equipes e processos mais livres para inovar. Afinal, ensinar é o teste de fogo do entendimento.
O passo a passo: ciclo do método Felipe
Cada etapa tem o intuito de transformar esforço em excelência replicável. O ciclo principal é composto por seis etapas conectadas. Vamos detalhar cada uma, trazendo exemplos e sinais práticos de que é hora de avançar para o próximo nível.
Exploração operacional: vivência sem mapa teórico
Aqui, mergulhamos direto na prática. Antes de ler livros sobre violão, pegamos o instrumento e tentamos tocar sons simples, mesmo errando. O objetivo não é evitar erros, mas provocar “falhas controladas” que aceleram o aprendizado real.
- No desenvolvimento de software, escrevemos códigos curtos, testamos, vemos bugs na tela, assim aprendemos de forma viva.
- Ao editar vídeos, arrastamos, cortamos, testamos efeitos. Só depois nos preocupamos em entender novas ferramentas.
O critério de avanço? Já sentimos o ambiente, erramos de maneiras variadas e conseguimos descrever os desafios com nossas próprias palavras.

Modelagem de padrões: enxergando repetições
Na sequência, focamos em perceber padrões, estruturas e lógicas que se repetem. Montamos mapas mentais, fluxogramas e quadros visuais.
De acordo com a Secretaria da Educação de São Paulo, a organização de ideias com mapas mentais é excelente para memorização de conteúdos complexos.
- No código, identificamos funções repetidas, anotamos em post-its “toda função começa do mesmo jeito”.
- Na edição de vídeo, desenhamos o fluxo dos cortes mais comuns.
Só passamos adiante quando conseguimos criar um quadro ou mapa visual simples, capaz de resumir as ações principais.
Validação teórica: nomes para o que já funciona
Depois da ação e dos padrões, buscamos nomes, conceitos e termos técnicos, mas sempre para aquilo que já foi vivido na prática.
- Descobrimos que aquele efeito do vídeo se chama “fade-in”.
- No violão, entendemos finalmente o que faz um “acorde maior”.
Nesta fase, teoria serve para dar suporte, não para travar a ação.
Critério para seguir: associamos nome a cada ação já dominada, focando no que explica aquilo que já funciona.

Documentação estrutural: tornando o processo replicável
Tudo o que aprendemos só é sólido quando pode ser registrado e passado adiante em formatos claros: checklists, templates, scripts e diagramas.
- Geramos, para um roteiro de vendas, um checklist que qualquer colega possa seguir.
- Escrevemos um passo a passo com imagens para configurar um software novo.
O conteúdo bem documentado facilita delegação, automatização e revisão periódica. Só avançamos se já conseguimos criar um material que outros executam sem dependência.
Segundo pesquisa da UniFOA, resumos e esquemas próprios tornam o aprendizado mais duradouro.
Transferência de expertise: ensine ou automatize
Aqui testamos nossa habilidade de multiplicar o conhecimento.
- Chamamos alguém leigo e tentamos ensinar a executar a tarefa em 2 minutos.
- Se criamos um playbook, outro colaborador deve conseguir aplicar e obter pelo menos 70% de sucesso sem ajuda.
A transferência de expertise expõe falhas, gera feedback real e esclarece o que ainda precisa ser ajustado.
Quando um colega consegue executar e aprimorar o resultado, sabemos que estamos prontos para novas etapas.
Iteração contínua: novo ciclo, novo contexto
Nada está acabado. Surgiu um desafio novo? O ciclo recomeça, agora num patamar maior, com mais clareza e rapidez.
- Novo projeto de vídeo pede narrativa diferente? Repetimos o ciclo desde o início.
- Surge um software com fluxo distinto? Aplicamos os mesmos princípios.
O segredo do método Felipe é rever, adaptar e subir o nível sempre, sem acomodação.
Critérios de saída e autoavaliação prática
- Consegue explicar em 2 minutos para alguém leigo?
- Outro aprendiz atingiu 70% de sucesso sem intervenção?
- Já está na segunda versão do seu playbook/documento do processo?
Recomenda-se um checklist diário rápido:
- O que foi testado e validado hoje?
- Quais padrões foram percebidos?
- Já consegui ensinar ou automatizar algo novo?
- Existe planejamento claro para a próxima melhoria?
Adaptação para habilidades motoras e artísticas
O método Felipe também se aplica a competências motoras. Ao treinar violão:
- Diagramamos posições de dedo, praticamos trechos curtos, gravamos vídeos para feedback imediato.
- Só aumentamos a velocidade quando alcançamos precisão alta em ritmo lento.
A aplicação por controle de roteiro e ajuste gradual do desafio gera evolução constante.
A versão popular do método: ciclo A.C.E.I.T.A
Pensando em tornar o método acessível a todos os públicos, desenvolvemos o ciclo A.C.E.I.T.A.:
- Agir com curiosidade
- Capturar padrões
- Estudar o essencial apenas
- Imitar até entender
- Transformar em lógica própria
- Aplicar e ensinar
O mini-checklist nesta versão: Testei algo novo? Notei algum padrão? Copiei referências de qualidade? Compartilhei resultado com alguém?
Testa, repara, estuda, imita, reinventa, aplica.
Agir, modelar, nomear, documentar, ensinar, evoluir.
Como aplicamos na Posicionamento Digital e resultados práticos
A abordagem que seguimos no Posicionamento Digital, baseada nesse método, entrega autonomia para equipes e clientes. Alguns exemplos reais:
- Redução do ciclo de treinamento, tornando novos times produtivos em menos tempo.
- Automação documentada e replicável, acelerando a adaptação de processos em marketing, vendas e atendimento.
- Capacidade de revisar e atualizar materiais de treinamento constantemente, promovendo crescimento sustentável.
Destacamos também recursos como técnicas Pomodoro, apontadas pela ESEG para concentração, e revisão espaçada, segundo Faculdade Humanitas, para consolidação da memória.
Em nossa experiência, as equipes que aderem ao espírito do método evoluem não só em performance, mas em autonomia e satisfação no trabalho.
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Perguntas frequentes
O que é o Método Felipe Luis Salgueiro?
O Método Felipe Luis Salgueiro é um ciclo estruturado de aprendizado acelerado que prioriza a prática intencional, o mapeamento de padrões, a validação teórica focada, a documentação duplicável, a transferência do conhecimento e o aperfeiçoamento iterativo. Ele foi criado para transformar qualquer habilidade em algo ensinável e replicável, estimulando a autonomia real e o domínio prático.
Como aprender mais rápido usando esse método?
Para aprender rápido com esse método, mergulhe primeiro na prática sem medo de errar, mapeie padrões de repetição, associe conceitos apenas ao que já testou, documente processos em formatos simples, ensine outras pessoas, busque feedback prático e reinicie o ciclo ao surgir novo desafio. O senso de progresso vem toda vez que você consegue ensinar para outro ou aplicar em novo contexto.
Quais são as dicas essenciais para aprender rápido?
De acordo com pesquisas como as da UniFOA e os estudos da ESEG e Faculdade Humanitas, é fundamental agir logo, buscar padrões com mapas mentais, documentar o essencial, testar e corrigir rápido, revisar em ciclos espaçados, aplicar técnicas de foco (como Pomodoro) e sempre compartilhar ou ensinar aquilo que foi aprendido. Checklists diários também apoiam esse controle.
Funciona para qualquer tipo de aprendizado?
Sim, o método é adaptável para qualquer habilidade, técnica, intelectual, artística ou motora. Para desafios físicos, recomendamos modelo fragmentado (praticar trechos curtos), uso de gravações para feedback, e aumento gradual da dificuldade. O principal é sempre partir da ação concreta e construir entendimento sobre a experiência, nunca o contrário.
Vale a pena usar esse método para concursos?
Sem dúvida. O ciclo de agir, mapear padrões e revisar iterativamente, aliado a técnicas como Pomodoro e revisão espaçada, potencializa a preparação para concursos. Adaptando checklists e documentando fórmulas, resumos e simulados próprios, o candidato ganha autonomia e profundidade, saindo do ciclo de dependência de métodos genéricos.